terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Choque Cultural - Missões


Todos nós experimentamos o choque cultural quando entramos em outra cultura. A intensidade do choque dependerá da diferença entre a cultura hóspede e a nossa própria cultura. Dependerá também de outros fatores, como por exemplo: a personalidade e o preparo do missionário. Tratando-se especialmente de missionários transculturais e de suas famílias, que sabem que viverão e trabalharão por tempo considerável nessa nova cultura, é grande a probabilidade de esse choque cultural ser ainda maior.

Agora apresentaremos alguns sintomas do choque cultural:

1. Sensação de desorientação. Especialmente se ainda não conhece a língua local.

2. Desejo de estar só. Sente a vontade de estar se relacionando apenas com pessoas de sua cultura.

3. Comparação das culturas. Isto é muito comum a qualquer missionário no início do seu trabalho, mas proceder desta forma com freqüência leva o povo do lugar a pensar que ele está ofendendo seu modo de viver.

4. Menosprezo pelas normas culturais. Talvez mostre menosprezo pelas formas de conduta locais e até desafogue sua frustração com ira ou faça pouco caso delas. Começa a desprezar muito do que se refere à cultura local.

5. Sensação de estar preso. O principiante pode começar a sentir-se tão fracassado que já não queira tentar. Sente-se aprisionado. Com freqüência sente desejo de freqüência sente desejos de fugir, mas não pode.

6. Sentimentos de hostilidade. Experimenta-se uma amargura secreta ou declarada para com os responsáveis pela situação do principiante. Pode ser contra os que o colocaram nessa situação ou contra o trabalho que está realizando. Pode ser que jogue a culpa no povo do lugar ou em determinados líderes de sua própria cultura - e até mesmo em Deus.

7. Perda da visão espiritual. O principiante perde de vista os propósitos originais que tinha para ir à cultura hospede. Sua fé diminui muito. Em sua situação presente não consegue ver nada que lhe dê esperanças.

8. Sensação de fracasso e autodesprezo. Com freqüência sobrevém uma sensação de que o progresso no aprendizado da língua ou no ministério caiu a quase zero. A essa altura, é comum ele sentir desalento e intensa frustração. Sua auto-estima cai consideravelmente. Sente-se tentado a abandonar o campo transcultural e até o próprio ministério.

A lista de sintomas não é necessariamente progressiva. Pode se experimentar um desses sintomas ou todos eles em qualquer seqüência e em vários graus. Mas o missionário transcultural principiante há de experimentar pelo menos algum deles, embora as vezes não na intensidade apresentada acima. Este é um conjunto de reações normais que ocorrem quando a pessoa entra numa nova cultura. Quanto mais o missionário compreender a cultura em questão e a tarefa que tem pela frente, menor será o efeito que o choque cultural terá sobre ele e sua família.

Para minimizar o choque cultural o missionário transcultural precisa se aculturar a cultura do povo a que está trabalhando.

(Extraído do Livro Missiologia - A Missão Transcultural da Igreja, Larry D. Pate, Editora Vida)

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Carnaval - Festa da Carne

CARNAVAL TÔ NESSA DE NOVO! 

O CARNAVAL, como todas as festas populares de entretenimento ou religiosa, tem por objetivo relembrar, tenta resgatar, para proporcionar às pessoas aquilo que é um anseio na vida que parece comprometido: felicidade!
As pessoas acreditam nessas festas, que em sua origem, todas tinham por objetivo isso mesmo: proporcionar às pessoas momentos felizes!
Poucos se interessam em conhecer o porquê e como surgiram essas festas; simplesmente crêem. O importante para elas é desfrutar dessas oportunidades para ver se experimentam alguma felicidade na vida.
As festas populares de entretenimento ou religiosa se transformam com o passar do tempo: perdem seu sentido original, se modificam; e tantas... já nem podem ser compreendidas muito bem! Daí, quantos hoje participam dessas festas sem, contudo, conhecerem o porquê e como surgiram! Quando ainda é possível.
Muitas delas surgiram com intenções boas, organizadas e primavam mesmo pela felicidade! A verdade é que sempre houve pessoas bem intencionadas, dispostas em proporcionar ao próximo a possibilidade de ser feliz!
Quantas festas já não tiveram oportunidade de participar, cujo objetivo seja este? Proporcionar para nós momentos felizes! Mas, devido às pessoas não conseguirem ser feliz! Ou mesmo, experimentar momentos de felicidade, muitas outras festas estarão surgindo...
Se continuarmos participando dessas festas, que garantia tem de obter sucesso quanto ao objetivo que é nos proporcionar felicidade? Pois, os resultados têm sido questionados! Após a realização destas festas, se constata, as pessoas têm mostrado-se cada vez mais carentes de felicidade!
O objetivo deste folheto é justamente este: apresentar dentre tantas festas populares de entretenimento ou religiosa, uma singular celebração que tem garantia divina! “-Se alguém tem sede (de uma vida feliz), venha a mim e beba. Como dizem as Escrituras Sagradas: 'Rios de água viva vão jorrar do coração de quem crê em mim'. Jesus estava falando a respeito do Espírito Santo, que aqueles que criam nele iriam receber”, Jo.7.37-39.
Não se trata de uma festa passageira, nem tampouco que ocorra em algum lugar distante de nós e que, talvez, nos proporcione alguma felicidade, algum momento de celebração ou de prazer! Trata-se de algo que ocorre dentro de nós! E, para sempre.
Se nos damos ao esforço de acreditar em festas populares de entretenimento ou religiosa, visando experimentar alguma felicidade; por que não dar a nós mesmos a chance de acreditar em alguém acima de qualquer suspeita, como Jesus, que fez a afirmação acima? E nos garante ser tudo o que temos buscado na vida e, ainda, numa proporção inimaginável?
Esta água viva da qual Jesus está falando é figura do Espírito Santo que Ele mesmo, Jesus, dará a todos quantos nele crer! Ou seja, o Espírito Santo virá morar no coração dessa pessoa que crer, para guiá-la por um caminho que lhe garanta felicidade perene. Queira você, essa pessoa seja você!
Que significa “crer em Jesus”? “crer” é ter por certo; ter por verdadeiro; é aceitar, no caso, o que Jesus diz; e, praticar o que ele diz, de fato, é expressar que nele se crê!
CARNAVAL, TÔ FORA, POR QUE...
As evidências desta festa popular que tem por objetivo trazer felicidade, celebração e prazer... Também tem trazido muita tristeza, confusão e dor às pessoas que dela participam. Reflitamos neste texto sagrado: “Por acaso pode a mesma fonte jorrar água doce e água amarga? Uma fonte de água salgada não pode dar água doce”, Tg.3.11-12

Extraído do Folheto “Carnaval, to nessa de Novo!” da CML ( Cruzada Mundial de Literatura )

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